FORMAÇÃO NA ÁREA AMBIENTAL

A área ambiental tem crescido exponencialmente no mundo. O setor do ambiente é caracterizado pela diversidade de áreas que abrange e por uma carência de profissionais qualificados para lidar com os desafios existentes. 

Independentemente de você ingressar na profissão por meio de estágio através de uma graduação ou ensino técnico, programa de pós-graduação ou aprendizado baseado no trabalho, é essencial adquirir experiência para começar a trabalhar na área ambiental.

Esta é uma das áreas que mais cresce atualmente. Dessa forma, existem diversas oportunidades em organizações sem fins lucrativos, agências governamentais, ONGs, multinacionais e consultorias, por exemplo.

E quais as melhores estratégias para começar a sua formação na área ambiental? Bem as áreas de interesse para começar a trabalhar na área ambiental tem que iniciar com o que realmente lhe agrada baseado em suas paixões e nas habilidades que possui. A partir disso, você será capaz de encontrar as melhores oportunidades. 

Como profissional do terceiro setor, se o seu objetivo é fazer a diferença diretamente em um local específico, a organização de uma comunidade poderá atuar educando pessoas sobre os danos causados pela poluição do ar ou limpando um córrego local, por exemplo. Além disso, é importante que você saiba que, geralmente, esse tipo de trabalho é feito para organizações sem fins lucrativos, para ser focado os estudos.

No campo científico das áreas ambientais, atualmente, existe uma grande oferta de formação e empregos em ciências ambientais e engenharia ambiental. Com isso, é possível trabalhar em empresas privadas, órgãos públicos e terceiro setor, além de organizações acadêmicas e sem fins lucrativos. Aqui estão os profissionais que possuem faro científico. Gostam de estudar o ambiente.

Existem um crescente campo na captação de fundos, devido a necessidade da implantação de projeto, devido ao fato de que as ONGs recebem cada vez mais cortes em financiamentos, há uma crescente procura por profissionais que atuem nessa área. Porém esta necessidade captação de recursos, que requer formações específicas, serem necessários para empresas e universidades também. Então, caso você tenha experiência com redação de subsídios ou busca de patrocínio corporativo para projetos de capital, essa pode ser uma boa opção.

A liderança empresarial, para conduzir instituições privadas e projetos, em diversos níveis, e que trabalhem com meio ambiente e sustentabilidade, existem diversas vagas em ONGs e grandes empresas para essas lideranças que precisam conhecer à fundo as questões de sustentabilidade e para isso precisam ter uma visão global sobre o assunto.

Que habilidades ambientais os empregadores desejam? Em geral, os recrutadores procuram candidatos que possuam: Habilidades práticas e técnicas relevantes; Interesse em questões ambientais ou de sustentabilidade; Habilidades de trabalho em equipe; Aptidão física (para algumas funções); Capacidade de conscientização ou gerenciamento de negócios, dentre outras. As habilidades empreendedoras também podem ser valiosas devido à abundância de oportunidades de trabalho autônomo.

É preciso fazer estudos de pós-graduação? O setor ambiental depende fortemente de habilidades práticas e técnicas. Portanto, alguns empregadores favorecem a experiência de trabalho juntamente com as qualificações relevantes. As funções de pesquisa podem se beneficiar de um estudo mais aprofundado, enquanto os trabalhos de consultoria e gestão ambiental são altamente competitivos. Dessa forma, um mestrado em um assunto ambiental pode conferir uma vantagem em uma área especializada. Por exemplo, consultorias agrícolas podem exigir um mestrado em produção animal. Também é necessário um mestrado em produção e tecnologia de sementes para trabalhar em um posto de consultoria técnica. 

A área ambiental é muito ampla, por exemplo o profissional formado em Agroecologia planeja, executa e monitora os sistemas de produção agropecuária, com foco em práticas que não agridam o meio ambiente e na sustentabilidade econômica, social e e ambiental da cultura ou criação. Apoia a transição do modelo convencional de agricultura, com uso de defensivos agrícolas, para modelos agroecológicos. Ele atua, por exemplo, para que a produção de alimentos orgânicos esteja livre de agrotóxicos e que a cadeia produtiva leve em conta o sistema de trabalho e as particularidades socioeconômicas e culturais da região e das comunidades locais.

Para ter ideia, a formação na área está vinculada à Gestão Ambienta, Gestão de Resíduos, Gestão de Água, Poluição Atmosférica, Ruídos e Ambiente, Energias Renováveis, Legislação Ambiental e Avaliação da Conformidade Legal, Avaliação do ciclo de vida em produtos e processos, dentre inúmeros outros temas. As chances estão na formação. [email protected]